Bonsoir, mes enfants obscurs
A Madame Sher, com SH, é uma velha conhecida nossa e seus espartilhos certamente estão na lista de presentes de Natal/Yule de muitos dos nossos leitores. Mas, como tudo o que é de qualidade e eventualmente aparece na TV, os corsets da Sher ganharam versões genéricas (estou excluindo dessas versões o trabalho de outras corsetmakers bem referenciadas!!!!). Há, ainda, os corseletes vendidos no orkut, no Mercado Livre e no Ebay como corsets e que estão enganando muitos desavisados. E como se tudo isso não bastasse, agora temos a Madame “Cher”.
O endereço do site/loja é http://www.madamecher.com.br.
Observando o site, além de notar que há uma clara associação fonética com o nome da Sher, o leitor verá também imagens que corsets da Sher sendo apresentado com o logotipo “Slim Control” no lugar da marca d’água. Como se não bastasse isso, a ilustração estilizada de corset que serve de logo ao site pertence, na verdade, à marca FERRER CORSETS.
A Madame “Cher” ainda tem esta página no orkut
Pessoal, vamos prestar atenção e pesquisar MUITO antes de adquirir uma peça como um corset. Está em dúvida? Sugiro duas ótimas comunidades no orkut, realmente sérias: a Corset, Corsets & Tight Lacing e a Corset-br.
Au Revoir
Era Medieval (meados do séc. XIII ao XV)
Características: Bodice-lacing* (no busto e nas mangas), mangas bufantes presas em vários lugares no braço, decotes quadrados ou a aparência de um corpete sobre uma camisa, temas de arquitetura gótica (formas pontudas como a casa e os pinheiros na estampa Red Riding Hood da Baby, ou a estampa de Iron Gates da Moi Meme Moitié).
Parece que Moi Meme Moitié é a melhor marca que tenta um Gothic Lolita historicamente, mas marcas tradicionalmente Sweet (como a Baby) pode ter vários elementos góticos em suas peças (especificamente em algumas das suas estampas de conto de fadas). Ironicamente, muitas vezes há uma linha tênue entre o Gothic e o Sweet Lolita (algumas pessoas insistem que eles são opostos). Em muitos casos, um outfit pode ser coordenado para ter elementos de ambos os estilos.
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| 1. Vestido da BTSSB com a estampa Red Riding Hood, 2. Vestido da Moitié com a estampa Iron Gates, 3. Vestido da Moitié. |
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Bonjour, mes enfants obscurs
Quanto mais eu escuto Rasputina, mais tenho certeza de que não há uma classificação que atenda de forma satisfatória ao estilo da banda. A influência russa é clara, em referência ao lendário monge/ocultista/fascínora Rasputin. O visual da banda seria, por si só, um capítulo à parte, já que as três meninas da banda teimam em se apresentar com roupa de baixo do século XIX, cabelos e maquiagem com forte toque expressionista, e muita coisa comprada em loja de antiguidades e brechós. Mas o som é o que há de mais sublime. Alguns classificariam Rasputina como “cello rock”, mas eu acho que é pouco. É preciso mergulhar nas letras da banda, que exploram as bizarrices humanas em todos os sentidos. No álbum de estréia da banda, “Thansk for the Ether” (1996), a primeira faixa se chama “My Little Shirtwaist Fire” e conta a história do incêndio de uma fábrica de tecidos em 1911. Duas das minhas composições favoritas da banda são “If your kisses can’t hold the man you love” (em que as meninas brincam com as canções e o vocabulário da década de 1940, num verdadeiro hino feminista) e “Momma was an opium smoker”, cujo clipe vou dividir com vocês hoje:
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Bonjour, mes enfants obscurs
Aunia Kahn é uma ilustradora americana, natural de Michigan, que procurou na arte uma forma de preservação mental contra seu histórico de violência familiar. Apenas em 2005 ela passou a mostrar publicamente seu trabalho, que combina diferentes técnicas de desenho e temas. Além da galeria que está exposta em seu site, Aunia trabalhou com artistas com J. Russel e Brian M. Viveros em outros dois projetos, que tem como inspiração o tarô.Nesse post vou mostrar apenas o primeiro projeto, “The Silver Era Tarot”, já que o outro tem material para um post separado. Vamos aos fatos.
O tarô é composto de 78 cartas, que foram desenvolvidas a partir de fotografias de modelos reais e depois trabalhadas em softwares de edição de imagem, até obter este efeito:
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Bonjour, mes enfants obscurs
Batom é uma coisa que me irrita. Faz muito tempo que dou preferência ao gloss, porque dificilmente encontro um batom, que não tenha aquela textura melequenta ou seja seco como uma caixa de areia, e que sirva para o dia-a-dia. Meus raros flertes com os batons se resumiam ao Vinho Espelhado, da Avon, e mesmo assim só para a noite. Estimulada por algumas palavras de conforto da Luxferia, dia desses, quando precisei de um bordô bem fechado, resolvi comprar o Ameixa (130) da Koloss. Amor. Paixão. Tesão. Só para tirar a dúvida, comprei mais duas cores: Rosa Elegance (115) e Pérola (144). E devo dizer que não me arrependi.
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